A Ventosaterapia é um tipo de tratamento natural em que são usadas ventosas para melhorar a circulação sanguínea em um local específico do corpo. Para isso, as ventosas criam um efeito de vácuo, que suga a pele, resultando em um aumento do diâmetro dos vasos sanguíneo no exato local. Como resultado, existe uma maior oxigenação destes tecidos, permitindo a liberação de toxinas do sangue e do músculo com mais facilidade.
Além disso, a prática promove ao paciente relaxamento corporal e mental. Isso porque, de acordo com o princípio da Medicina Oriental, a ventosa drena as áreas de congestão e liberta o corpo do excesso de energia negativa. São diversos métodos de aplicação, podendo ser combinada ainda com outras técnicas na atuação da fisioterapia.
A ventosaterapia, inclusive, faz parte de um conjunto de técnicas recomendadas pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e institucionalizado como uma das práticas integrativas e complementares pela rede pública de saúde. É indicada no tratamento de diversas doenças, atua em distúrbios reumatológicos, neurológicos, vasculares e dermatológicos, também em pós-operatórios diversos e tratamentos estéticos.
O material da própria ventosa também passa por alterações dependendo do local onde a prática é exercida. Pode ser feito de bambu – o mais comum desde as origens da prática, além de vidro, acrílico e até chifres de boi.
Acredita-se que, na prática, essa terapia faça uma desintoxicação do nosso sangue. Além da questão já citada do relaxamento, ela também é benéfica ao sistema imunológico, circulação sanguínea, regulação das funções nervosas, e ainda tem funções preventivas – ajuda na remoção de radicais livres e diminui processos de inflamação na pele.
Desde a evolução dos conhecimentos sobre a ventosaterapia, não há grandes contraindicações. Ela é indicada a todas as idades, e como visto, para diversos tipos de problemas. Algumas exceções são grávidas e pacientes com insuficiência cardíaca, por exemplo. Assim, sempre procure instituições e profissionais capacitados para entender as condições do paciente e até mesmo possíveis riscos nessa prática.